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Retorno Bancário para Lojas

O banco diz quem pagou e o título baixa sozinho — com conferência antes, quando a baixa vem por arquivo.

retorno bancário do ERPPro: importação do arquivo do banco com a tela de conferência antes da baixa das contas a receber

O que é retorno bancário

Retorno bancário é o caminho de volta da cobrança: o banco informa quais boletos foram liquidados e o sistema baixa os títulos correspondentes no contas a receber. No ERPPro isso acontece de duas formas. No Itaú e na Cora, o sistema pergunta ao banco três vezes por dia e baixa sozinho. Nos demais bancos, você sobe o arquivo de retorno e confere linha a linha antes de confirmar. Nos dois casos a baixa grava os mesmos quatro dados no título: recebido, valor, data e forma de pagamento. Não é conciliação de extrato — é o retorno da cobrança.

Como funciona, em 4 passos

1

O boleto sai e fica registrado no banco

A remessa leva o título ao banco no mesmo padrão CNAB que o retorno vai devolver. Saída e volta falam a mesma língua.

2

O cliente paga

O banco registra a liquidação com o nosso número, o valor recebido e a data da ocorrência.

3

O banco devolve a informação

No Itaú e na Cora, por API, três vezes ao dia, sem ninguém pedir. Nos outros bancos, no arquivo de retorno que você baixa no internet banking e sobe aqui.

4

O título baixa — depois da conferência, quando é arquivo

A tela mostra cada linha e o que ela casou. Só o que você marcar é baixado. Pela API, a baixa é direta e só em título que está em aberto.

Sete bancos por arquivo, em CNAB 240 e 400

O leitor de retorno do ERPPro atende Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Sicredi e Sicoob — cada um nos dois padrões, CNAB 240 e CNAB 400.

Você não escolhe o formato na hora de subir o arquivo: ele vem do cadastro da conta bancária, o mesmo que a remessa usa. Um lugar só para configurar, e o que sai combina com o que volta.

O upload aceita .RET, .TXT, .CRT e .REM, até 10 MB. Se o banco escolhido não tiver leitor, a tela diz isso em vez de processar pela metade.

Importação do arquivo, com as contas que já baixam por API
tela de importação do arquivo de retorno bancário do ERPPro, com as contas de baixa automática por API

A conferência acontece antes de qualquer baixa

Ao subir o arquivo, o sistema não grava nada. Ele lê, casa cada ocorrência com os títulos em aberto da empresa e monta a tela de conferência.

Cada linha recebe uma situação: pronta, ambígua, não encontrada, já baixada, valor zerado ou sem liquidação. Só a primeira entra na baixa — e mesmo ela só se você marcar.

É a diferença entre um sistema que informa e um que resolve por conta própria no lugar errado. Aqui, na dúvida, ele pergunta.

Conferência: sete ocorrências lidas, duas prontas para baixa
conferência do retorno bancário no ERPPro com as situações de cada linha antes da baixa

O nosso número do banco nem sempre é o seu

Esse é o detalhe que faz o retorno falhar na maioria dos sistemas. O Itaú devolve o sequencial com o dígito verificador colado no fim; o ERP guarda o sequencial cru. Ler errado significa baixar o título errado.

O ERPPro testa as duas leituras — com e sem o dígito — e compara com os boletos da empresa naquela conta bancária. Se as duas casarem com títulos diferentes, a linha vira ambígua e não é baixada.

O índice interno guarda lista, não um título só, exatamente para que a ambiguidade apareça em vez de sumir. Preferir não baixar é uma decisão de projeto.

Títulos casados, com o valor recebido e a data que serão gravados
títulos identificados pelo retorno bancário no ERPPro com valor recebido e data

O que não baixa tem nome e motivo

Nenhuma linha some em silêncio. A que não foi baixada aparece com o motivo escrito:

Ambígua — dois boletos com o mesmo nosso número.
Não encontrada — nenhum título em aberto casou.
Já baixada — a conta já constava como recebida.
Valor zerado — a liquidação veio sem valor legível; baixar gravaria recebido zero e apagaria o valor do título.
Sem liquidação — a ocorrência não é pagamento.

E reimportar o mesmo arquivo não duplica recebimento: antes de gravar, o sistema confere de novo se o título ainda está em aberto.

Cada linha fora da baixa, com o motivo e o que fazer
linhas do retorno bancário que não foram baixadas no ERPPro e o motivo de cada uma

O problema da loja e o que o retorno bancário resolve

Problema no dia a diaComo o ERPPro resolveOnde fica
Conferir extrato para saber quem pagouO banco devolve a liquidação e o sistema casa com o título — por API ou por arquivo.Retorno bancário
Baixar boleto pago na mão, um por umAs linhas casadas são baixadas de uma vez, com valor e data que vieram do banco.Conferência do retorno
Medo de baixar a conta erradaLinha ambígua, sem valor ou sem título correspondente não é baixada — vai para conferência.Conferência do retorno
Subir o mesmo arquivo duas vezes e duplicarAntes de gravar, o sistema confere se o título ainda está em aberto. Reimportar não duplica.Contas a receber
Cliente que já pagou continua recebendo cobrançaBaixado o título, ele sai da lista de abertos — e a régua de cobrança para sozinha.Contas a receber
Cada banco com um formato diferenteSete bancos, CNAB 240 e 400, com o formato vindo do cadastro da conta — o mesmo da remessa.Conta bancária
“Por que esse título foi baixado?”Toda chamada à API do banco fica registrada, com o que foi pedido, o que voltou e o código da resposta.Trilha da API

O efeito aparece no contas a receber, não numa tela à parte

A baixa grava quatro dados no título e para por aí: recebido, valor recebido, data do recebimento e forma de pagamento. Sem lançamento inventado, sem movimento paralelo.

São os mesmos quatro campos nas três vias — arquivo, API do Itaú e API da Cora. Quem olha o contas a receber não precisa saber por onde a informação entrou.

É daí que sai o número do fluxo de caixa nos relatórios e dashboards, e é por isso que a cobrança automática para de cobrar quem já pagou.

Os títulos baixados saindo da lista de abertos
contas a receber do ERPPro depois da baixa pelo retorno bancário

Toda baixa por API deixa rastro

Cada chamada à API bancária é gravada: empresa, boleto, provedor, operação, código HTTP, se deu certo, o que foi enviado e o que voltou. A baixa entra como baixa_automatica, com a liquidação inteira registrada.

Serve para a pergunta que sempre aparece — por que este título baixou, ou por que aquele não baixou — e para conferir com o banco quando as duas partes discordam.

Senha, token e chave de acesso nunca são gravados: entram como omitido, por regra do próprio registro.

Trilha das baixas automáticas, com provedor, operação e resposta
trilha de auditoria das baixas automáticas por API bancária no ERPPro

Para quem serve

Qualquer loja que emita boleto — de alguns por semana a centenas por dia.

Distribuidora de bebidas

Prazo para o comércio e boleto em volume — o retorno resolve a baixa do dia inteiro.

Material de construção

Cliente pessoa jurídica com vencimento espalhado no mês e boleto em série.

AutoPeças

Oficina e frota que compram a prazo e pagam por boleto em ciclo.

Agropecuária

Prazo longo e boleto com vencimento distante, que ninguém lembra de conferir.

Lojas de roupas

Crediário e fiado que viraram título — a baixa fecha o ciclo da cobrança.

Mercadinhos

Poucos boletos por dia, mas nenhum pode ficar cobrando quem já pagou.

Perguntas frequentes sobre retorno bancário

Quais bancos o ERPPro lê no retorno?

Pelo arquivo de retorno: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Sicredi e Sicoob — todos em CNAB 240 e CNAB 400. Por API, com baixa automática sem arquivo: Itaú e Cora.

Preciso subir arquivo todo dia?

Nas contas do Itaú e da Cora, não: o sistema consulta o banco três vezes por dia e baixa sozinho. Nos outros bancos, sim — você baixa o arquivo no internet banking e sobe na tela de retorno.

O sistema baixa sozinho sem eu ver?

Pelo arquivo, não: a tela de conferência mostra cada linha e só baixa o que você marcar. Pela API a baixa é direta, mas só em título que está em aberto e só quando o casamento é seguro — linha ambígua fica de fora e é sinalizada.

E se eu subir o mesmo arquivo duas vezes?

Nada é duplicado. Antes de gravar, o sistema confere se o título ainda está em aberto; o que já foi baixado é ignorado e contado como tal na mensagem final.

O que acontece quando o título não é encontrado?

A linha aparece na conferência marcada como não encontrada, com o nosso número e o valor, e não é baixada. Em geral é boleto de outra conta bancária, de outra empresa, ou título que não existe mais.

Isso é conciliação bancária?

Não. Conciliação bancária é bater o extrato da conta com os lançamentos do sistema. Retorno bancário é o caminho de volta da cobrança: o banco informa quais boletos foram liquidados e o sistema baixa esses títulos. São coisas diferentes.

Qual a diferença para a cobrança automática?

A cobrança automática fala com o cliente: avisa antes do vencimento e cobra depois. O retorno bancário fala com o banco: recebe a confirmação do pagamento e baixa o título. Um fecha o ciclo que o outro abriu.

Pare de conferir extrato para saber quem pagou

O banco informa, o título baixa e a cobrança para sozinha.

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